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AS BIBLIOTECAS DOS MORTOS ILUSTRES
[23/10/2008]

Elio Gaspari

 

Apareceu mais um passatempo na internet. É um catálogo das bibliotecas de 46 personalidades da história.

 

A rainha Maria Antonieta (736 títulos) tinha dois exemplares dos Lusíadas, três obras sobre revoluções e mais cinco livros de Rétif de la Bretonne, autor de mais de 200 volumes, alguns deles chegados à pornografia. Ele foi um dos primeiros autores a usar a palavra "comunismo".

 

James Joyce (124 volumes catalogados), tinha um livro sobre "Erros no Uso do Inglês". Ernest Hemingway (7.411 volumes), tinha quatro livros sobre a Amazônia, um exemplar de "Dom Casmurro" e uma antologia da poesia brasileira.

 

Thomas Jefferson (4.891 livros) tinha uma história da reconquista de Salvador em 1625, quando uma frota espanhola expulsou os holandeses da cidade.

 

Estão na lista o poeta Ezra Pound (712 livros), Charles Darwin (79) e Adam Smith (58, por enquanto).

 

A biblioteca dos mortos está no sítio LibraryThing, que mantém um serviço de catalogação automática de livros, com quase 500 mil clientes e 3,5 milhões de volumes fichados. Infelizmente, nenhuma biblioteca brasileira associou seu catálogo ao projeto.

 

Chega-se ao acervo passando-se "I see dead people's books" no Google. (Às vezes, a página de Thomas Jefferson encrenca.)



(Fonte: Folha de São Paulo - 27 de julho de 2008)
(Divulgado por Valéria Silva – Enviado para “bibamigos” em 01/08/2008)


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