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LIVROS VIRAM OPÇÃO PARA ESPANTAR CHATOS NA PRAIA
[11/02/2010]

Fabio Bianchini

 

Além de alimentar a cachola, livros ajudam a dispensar inconvenientes

 

Afinal de contas, onde Djavan estava com a cabeça quando veio com essa conversa de dia frio e bom lugar para ler um livro? Certo, ninguém nega o valor de uma leitura ao lado de uma lareira, mas é só na praia que os livros conseguem mostrar a extensão de suas possibilidades: além de passatempo, cultura e informação, servem também para afastar inconvenientes.

O método é conhecido em inglês como book off, onde book (livro) substitui um termo ofensivo. Em português há quem chame de "livro-me de ti".

O procedimento é simples: quando a pessoa vê-se aborrecida pela conversa maçante, mas é simpática demais para mandar embora o interlocutor indesejado, apenas saca o livro da bolsa e começa a lê-lo.

— É claro que eu não levo o livro para a praia só para isso, mas eu deixo à mão justamente para puxar rapidinho nessas situações — diz Graziela Ribeiro, frequentadora da Praia da Joaquina.

Em alguns casos, a defesa proporcionada pelo livro funciona de maneiras mais sutis. Daniele Debus Rodrigues conta que nunca precisou afastar ninguém. Mas sabe que o livro pode ajudar em caso de necessidade.

— Aqui na praia eu me perco mesmo no livro, me deixo levar e desligo um pouco do que está em volta. É por isso que prefiro ler assim. A leitura flui bem mais do que em outros ambientes. Como disse uma voz que escutei aqui na areia, praia é onde não se faz nada; aí nada perturba a leitura — conta.

 

Fábio Bianchini - fabio.bianchini@diario.com.br



(Divulgado por Waldenor Pereira - Enviado para Infohome em 23/12/2009)


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