LEITURA – BRIGADA PARA LER EM LIBERDADE
As palavras das mulheres Georgievsky ecoam as de Paloma Saiz Tejero, da Brigada para Ler em Liberdade, que nos disse:
Um povo que lê é um povo construtor de pensamento crítico, um promotor de utopias. Um povo que conhece sua história e se apodera dela se sentirá orgulhoso de suas raízes. A leitura socializa, compartilhe experiências e informações. Os livros nos permitem entender a razão que nos constitui, nossa história e fazem crescer nossa consciência mais além do espaço e tempo que fundamenta nosso passado e presente. A leitura gera melhores cidadãos. Graças aos livros aprendemos a acreditar no impossível, a desconfiar do evidente, a exigir nossos direitos como cidadãos e a cumprir com nossos deveres. A leitura influi no desenvolvimento pessoal e social dos indivíduos e sem ela não há sociedade que possa progredir. (p.30).