GERAL


PARA MONITORAR INVESTIGAÇÕES DE MÁ CONDUTA


Um relatório divulgado em 11 de julho pelo Comitê de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Comuns, a câmara baixa do Reino Unido, sugeriu a criação de um órgão para monitorar as investigações de casos de má conduta realizadas em universidades. A recomendação busca solucionar um problema detectado no relatório, que é a falta de adesão das instituições de ensino superior e pesquisa a diretrizes de integridade científica adotadas no Reino Unido há seis anos. Os parlamentares contataram representantes de 136 universidades e perguntaram se eles divulgavam informações sobre o número de casos de má conduta científica investigados a cada ano, um compromisso de transparência assumido por todas as instituições em 2012 em um pacto pela integridade científica.

Uma em cada quatro das instituições respondeu que o balanço não era divulgado e algumas justificaram a omissão com o argumento de que esse tipo de informação poderia comprometer sua imagem pública. Países como Austrália e Canadá possuem instâncias para acompanhar investigações e a China anunciou recentemente que irá centralizar essa tarefa no Ministério de Ciência de Tecnologia. “Consideramos crucial estabelecer um comitê nacional de integridade científica”, disse à revista Nature Normam Lamb, parlamentar responsável pela organização do relatório.

 


Fonte: Pesquisa Fapesp, ano 19, n. 270, p.10, ago. 2018

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OSWALDO FRANCISCO DE ALMEIDA JÚNIOR

Professor associado do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Estadual de Londrina. Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UNESP/Marília. Doutor e Mestre em Ciência da Comunicação pela ECA/USP. Professor colaborador do Programa de Pós-Graduação da UFCA- Cariri - Mantenedor do Site.