GERAL


REAÇÕES DISTINTAS


Duas indústrias farmacêuticas tiveram reações diferentes ao lidar com casos recentes de má conduta envolvendo seus pesquisadores. A Pfizer demitiu Min-Jean Yin, pesquisadora sênior desde 2003 que trabalhava no desenvolvimento de medicamentos contra o câncer no laboratório da empresa em La Jolla, na Califórnia. A companhia também tomou a iniciativa de solicitar a retratação de seis artigos assinados por Yin. Os papers traziam imagens manipuladas e se relacionavam com pesquisas sobre inibidores de enzimas feitas na Pfizer. Já a alemã Boehringer Ingelheim manteve em seus quadros a bióloga Tina Wenz, mesmo depois de uma investigação feita pela Universidade de Colônia, na Alemanha, onde ela trabalhou como pesquisadora, constatar manipulação de dados em seis artigos de sua autoria - um deles já sofreu retratação. Tina Wenz foi contratada como pesquisadora do laboratório da Boehringer Ingelheim em Biberach, no sul da Alemanha, no final de 2015, quando as suspeitas de má conduta já estavam sendo investigadas. Ao blog For Better Science, a empresa argumentou que as acusações não têm conexão com o trabalho que Tina está fazendo atualmente.

 


Fonte: PESQUISA FAPESP, n. 249, p.9, nov. 2018

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OSWALDO FRANCISCO DE ALMEIDA JÚNIOR

Professor associado do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Estadual de Londrina. Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UNESP/Marília. Doutor e Mestre em Ciência da Comunicação pela ECA/USP. Professor colaborador do Programa de Pós-Graduação da UFCA- Cariri - Mantenedor do Site.