LITERATURA INFANTOJUVENIL


HISTÓRIAS VERDADEIRAS

os japoneses e um mediador de leitura que queria galinhas

A literatura infanto-juvenil é repleta de histórias fantásticas, mas sem dúvida a fantasia tem muito de verdade. Hoje quero sair um pouco da estrutura de texto da minha coluna, quero falar de uma história verdadeira que povoou a minha infância.

Quando criança meu pai era funcionário do Conselho Londrinense de Serviço Social (uma instituição já extinta) e fomos morar num casarão na Vila Nova. Lá havia sido a sede de uma comunidade japonesa e eles quando se mudaram deixaram armários enormes (que ficavam maiores nos meus cinco anos) cheios de livros. Esse era um dos meus poucos brinquedos. Com eles eu passava horas me divertindo, como não era alfabetizada em português, menos ainda em japonês; lia imagem.

Assim, começou a minha paixão por livros infantis e juvenis...

Outra história verdadeira

Falando sobre isso em sala de aula, no curso de Biblioteconomia na UEL, Maria do Carmo, uma aluna me contou sua história: "Quando criança no sítio dos meus pais, sempre vinha da cidade um homem, que era esperado com muita expectativa, com livros para trocar por galinhas. Vejam só trocar livros por galinhas!!! E foi assim que aprendi a gostar de ler e principalmente de literatura de cordel; muitas histórias ainda tenho completas em minhas cabeça..."

E você tem alguma história verdadeira para contar???

(envie sua história para o e-mail linkado no nome da autora)


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SUELI BORTOLIN

Doutora e Mestre em Ciência da Informação pela UNESP/ Marília. Professora do Departamento de Ciências da Informação do CECA/UEL - Ex-Presidente e Ex-Secretária da ONG Mundoquelê.