EU CREIO
Eu creio num peito aberto,
de alma vazia,
de corpo deserto.
Eu creio num peito aberto,
da ginga disforme,
de um corpo encoberto.
Eu creio num peito aberto,
do infinito distante,
cada dia mais perto.
Eu creio.
Autor: Oswaldo Francisco de Almeida Junior