INFORMAÇÃO E SAÚDE


A INTERNACIONALIZAÇÃO CIENTÍFICA NO CAMPO DA SAÚDE E O PAPEL DO PROFISSIONAL DA INFORMAÇÃO

Introdução

 

Em que pese algumas políticas locais acadêmicas propagarem que a internacionalização da ciência deriva da vontade ou da dedicação individual do pesquisador, estudos e reflexões mais profundas e globais apontam que esse processo depende de múltiplas variáveis. Dessa maneira, o presente texto tem por objetivo discutir alguns fatores que são considerados durante a avaliação de manuscritos submetidos a periódicos internacionais no campo da saúde e apontar como os profissionais da informação que atuam no campo da saúde executam papel fundamental no processo de internacionalização dessa produção científica.

 

A análise de manuscritos submetidos a periódicos internacionais

 

Connor (2012) alerta que muitos periódicos científicos ditos “internacionais” publicam textos de apenas uma região de um mesmo país ou de algumas regiões de alguns poucos países da América do Norte, Austrália e Europa. Na visão do autor, esse fato demonstra que por trás de avaliação de um artigo científico há algum viés no que tange a origem e nacionalidade do pesquisador. Relata também que, em suas tentativas de publicação em cooperação internacional, teve mais êxito ao publicar com pesquisadores provenientes de países desenvolvidos que com aqueles provenientes da África. Segundo o autor, essa situação levanta as seguintes questões: como assegurar que o pesquisador não falante do inglês como primeira língua tenha igualdade de oportunidade para publicar em periódicos científicos internacionais? Os pareceres não deveriam focar o mérito científico e não a nacionalidade do autor?

 

Winck et al. (2011) não tocam na questão da origem geográfica ou institucional dos autores, mas esclarecem que a rejeição de artigos ocorre por diferentes razões. Editores podem recusar artigos, mesmo sem submetê-los aos revisores do periódico, quando observam que o manuscrito: é inapropriado para os leitores do periódico; não pode ser classificado em nenhuma das categorias de publicação que o periódico prioriza; não segue as instruções de submissão do periódico; ou quando seu assunto está totalmente fora do escopo do periódico. Quando analisado por revisores, o manuscrito é rejeitado quando: a questão de pesquisa não é suficientemente clara; a revisão de literatura é incompleta, desatualizada ou imprecisa; o desenho da pesquisa ou os métodos empregados são pobres ou deficientes, contemplando estatísticas inapropriadas, amostras pequenas ou enviesadas, ou inadequada descrição de métodos; a descrição ou apresentação de dados é inadequada ou insuficiente, apresentando tabelas ou figuras deficientes; apresenta superestimação dos dados; e quando é difícil seguir o fluxo lógico do manuscrito.

 

Spigt e Arts (2010), por sua vez, ressaltam que durante a revisão do manuscrito científico devem ser verificados: a relevância da questão de pesquisa; a originalidade da questão de pesquisa embasada em uma revisão de literatura adequada; a coerência entre os métodos empregados e a questão de pesquisa; os pontos fortes e fracos dos métodos empregados; a adequação da apresentação dos resultados; e a conclusão embasada pelos dados.

 

Em um estudo empírico realizado por Bornmann et al. (2012), ao analisarem 390 comentários relacionados a 119 manuscritos científicos realizados por diferentes revisores, concluíram que as principais áreas temáticas consideradas em suas análises foram: redação e apresentação; discussão de resultados; métodos e análises estatísticas; referência à literatura científica já produzida; relevância; desenho e concepção da pesquisa; aspectos éticos; teoria; reputação e afiliação institucional do autor.

 

Em relação à reputação do autor, Brien et al. (2009) fazem um destaque importante para a “coautoria honrosa”, uma prática entendida como pouco ética, na qual os nomes de pesquisadores seniores são adicionados aos relatos de pesquisa de outros pesquisadores mais jovens, entre os quais pós-graduandos e pós-doutorandos, como recurso para incrementar a possibilidade de aceitação do manuscrito. Em seu estudo foram contatados pesquisadores que publicaram nos periódicos Journal of the American Medical Association (2001-2003), Canadian Medical Association Journal (2001-2003), British Medical Journal (1998-2000) e Lancet (1998-2000). Sessenta e cinco por cento dos autores convidados a participar do estudo respondeu ao convite (127/195). Destes, 55% tinha publicado mais de 50 artigos em periódicos analisados por pares e 52% usou o recurso de coautoria honrosa em algum momento da carreira. Dezoito por cento dos inquiridos tinham, em algum momento, incluído como coautores pesquisadores que forneceram dados por meio de uma relação comercial. A maioria dos autores entrevistados acredita que existam potenciais efeitos negativos da coautoria honrosa tanto para os próprios autores (73%) e para os seus coautores (83%). Estes efeitos negativos incluem impacto na responsabilidade pessoal dos autores honorários (29%) e diluição da contribuição entre os coautores (54%). Sessenta e dois por cento dos entrevistados disseram que a coautoria honrosa pode ter um efeito negativo sobre o atendimento ao paciente; no entanto, apenas 2% tinham sido envolvidos em um caso em que esse fenômeno realmente ocorreu. Brien et al. (2009) concluem que a coautoria honrosa continua a prevalecer na literatura médica mesmo entre os autores altamente publicados, e tem o potencial de afetar negativamente a assistência ao paciente e a prática clínica, já que uma informação que foi potencialmente produzida por um pesquisador sênior, na verdade, foi produzida por terceiros. Brien et al. (2009) ressaltam que, diante da pressão coletiva para os acadêmicos publicarem a qualquer custo e da ausência de penas para os envolvidos em coautorias fantasmas, esse recurso deve continuar como uma tendência do campo da saúde.

 

Pelo exposto, entende-se que publicar em periódicos internacionais não é uma simples questão de vontade do pesquisador. Demanda o conhecimento aprofundado de alguns aspectos dentre os quais destacamos o processo de revisão da literatura científica a ser integrada ao manuscrito, ponto esse bastante relacionado com a atuação do profissional da informação no campo da saúde, já que, em tese, este profissional possui alta competência informacional para buscar, selecionar e sintetizar informações de qualidade para usos científicos. Faz-se notar que tal competência costuma ser adquirida paulatinamente por meio das disciplinas cursadas ao longo da graduação, tais como Leitura documentária, Elaboração de resumos, Indexação, Tesauros, Fontes de Informação e Lógica.

 

Por outro lado, muitos pesquisadores do campo da saúde nunca receberam treinamento ou formação específica sobre os potenciais usos dos recursos avançados de bases de dados, já que suas funções sociais e acadêmicas filiam-se primariamente a outros interesses que não os informacionais. Essa condição é a realidade da maioria dos pesquisadores em saúde que, no cenário internacional, são auxiliados pela figura do “embedded librarian”, que na língua portuguesa seria “bibliotecário incorporado ao contexto”, ou seja, aquele que não trabalha no tradicional ambiente de uma biblioteca em saúde e que integra equipes de pesquisa em saúde, assumindo, geralmente, a coautoria dos estudos.

 

O papel do profissional da informação

 

O papel do profissional da informação no processo de internacionalização científica no campo da saúde filia-se, em grande medida, aos processos sistemáticos e explicitados de busca, seleção e síntese da informação requeridos para a construção de um manuscrito a ser submetido aos jornais internacionais.

 

Esses processos serão aqui explicados por meio da categorização das revisões de literatura. Grosso modo, pode-se falar em dois tipos de revisão: a) revisões de literatura reproduzíveis, aquelas que explicitam elementos suficientes para viabilizar que outros pesquisadores refaçam o seu percurso de construção; b) revisões de conveniência, aquelas que não explicitam os elementos considerados em sua construção e não são reproduzíveis.

 

De forma geral, um manuscrito contendo em sua completude uma revisão de conveniência dificilmente será aceito como artigo científico em qualquer tipo de periódico do campo da saúde que preze pela qualidade, pois é uma construção não generalizável, não reproduzível, trazendo pouca evidência científica.

 

Entende-se que a aceitação de um trabalho baseado em revisão de conveniência ocorra em casos muito isolados tomando-se por parâmetro a autoria ou coautoria honrosa conforme foi detalhado na parte inicial deste texto. Quando aceita pelo periódico, a revisão de conveniência costuma ser integrada à seção de opinião (opinion paper), e não como artigo científico original (original work, original paper, ou original article) no campo da saúde.

 

Constituem elementos essenciais para a construção de revisão reproduzível: a formulação explícita de uma questão de pesquisa que embase a revisão; modos de identificação de estudos relevantes e potenciais que possam integrar a revisão; modos de seleção de estudos relevantes para compor a revisão; análise crítica dos estudos selecionados; bem como, análise do método empregado para a construção da síntese.

 

Em relação à questão de pesquisa, há que se destacar que a revisão de literatura no campo da saúde não deve seguir os caminhos aleatórios da criatividade ou da oportunidade. Ela geralmente é realizada para esclarecer uma questão. São exemplos de questões: a) Quais são as barreiras e facilitadores para compreensão da informação em saúde pelos profissionais da saúde presentes na literatura? b) Quanto essas barreiras e facilitadores afetam a compreensão da informação em saúde pelos profissionais da saúde?

 

O processo de identificação de estudos relevantes e potenciais que possam integrar a revisão depende, sobremaneira, do conhecimento de bases internacionais do campo da saúde, dentre as quais estão CINAHL, EMBASE, MEDLINE, PUBMED e PsycINFO. A depender do tema de pesquisa em saúde, bases adicionais de outros campos poderão ser requeridas. Dessa forma, um ponto fundamental nos artigos publicados no campo da saúde é o emprego de bases de dados e recursos informacionais qualificados. Para responder, por exemplo, a questão “Quais são as barreiras e facilitadores para compreensão da informação em saúde pelos profissionais da saúde presentes na literatura?”, certamente, seriam necessárias bases de dados do campo da saúde, da informação, da educação, da comunicação e das ciências sociais de um modo geral.

 

Quanto ao uso de bases de dados no processo de revisão de literatura, outro exemplo pode ser encontrado no trabalho de Wulff et al. (2011), ao afirmarem que, para a realização de seu estudo, foram recuperados trabalhos em 13 bases de dados, dentre as quais: “MEDLINE, Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature (CINAHL), EMBASE (Excerpta Medica Database), Cochrane Database of Systematic Reviews (CDSR), Database of Abstracts of Reviews of Effects (DARE) and Health Technology Assessment (HTA), International Pharmaceutical Abstracts (IPA), Cochrane Central Register of Clinical Trials (CCrCT), and American College of Physicians (ACP) Journal club, ABI Inform, Web of Science, Dissertation Abstracts, and OCLC Papers First”. Adicionalmente, também foram consultados em seu estudo sítios da Web, dentre os quais: “Manual search of websites Institute of Safe Medication Practices (ISMP), Canadian Patient Safety Institute (CPSI), Canadian Council on Health Services Accreditation (CCHSA), Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations (JCAHO), Longwoods Journals, Biomedical Central (BMC) e National Patient Safety Foundation (NPSF)”.

 

O exemplo anterior não é exceção. Considerando a quantidade de informação disponível no campo da saúde, que gira em torno de um milhão de novos artigos por ano, cada vez mais tem se dado atenção aos processos e metodologias para selecionar informação para o seu uso científico. Assim, além do conhecimento de bases de dados, um conhecimento fundamental requerido da equipe de pesquisa, ou do profissional da informação que a integra, é o estabelecimento de estratégias de busca adequadas.

 

Fernando et al. (2012) relatam o emprego da seguinte estratégia de busca para encontrar os artigos utilizados em sua revisão de literatura: “(benefit* OR advantage* OR gain* OR assist* OR help* OR improve* OR ease OR easy OR desire* OR intend* OR risk OR cost OR barrier* OR upheaval* OR obstacle* OR obstruction* OR difficult* OR confus* OR disrupt* OR hazard* OR threat* OR problem* OR *danger* OR disadvantage* OR avoid* OR undesir* OR unwanted) AND (code* OR encode* OR read cod* OR diagnosis related group* OR international classification of diseases OR medical subject headings OR icd OR snomed OR hrg OR drg OR mesh OR language* OR ontolog* OR systematised nomenclature OR controlled vocab* OR structur* OR metadata OR template* OR form*) AND (electronic record* OR health record* OR patient record* OR care record* OR medical record* OR ehr OR scr OR ecr) AND (history taking OR clerking OR note capture OR note taking OR patient interview* OR reason for encounter OR clinical documentation OR structured documentation OR clinical noting OR Kardex OR interface terminology OR symptom* OR presenting complaint* OR concern* OR presentation* OR patient histor*).”

 

Pode-se observar acima que a construção da estratégia de busca para estudos em saúde demanda um aprofundado estudo da questão de pesquisa que, por sua vez, se desdobra em um grande mapeamento semântico, terminológico e conceitual da temática que se pretende estudar. Tal mapeamento requer o conhecimento e afinidade com instrumentos terminológicos, como os dicionários especializados, bem como com os tradicionais instrumentos de representação documentária como os tesauros e vocabulários controlados do campo da saúde. Seria, portanto, fundamental conhecer com profundidade o uso dos Descritores em Ciências da Saúde (DECS), do Medical Subject Headings (MESH), e, adicionalmente, dos instrumentos empregados na representação da informação clínica como o Systematized Nomenclature of Medicine Clinical Terms (SNOMED CT).

 

Também é importante observar que o desdobramento da estratégia de busca em diferentes bases de dados requer profundo conhecimento de recursos de busca de cada uma delas e uso da lógica booleana, conforme pode ser observado na figura 1.

 

Em relação à seleção de estudos relevantes para compor a revisão, faz-se necessário definir critérios de inclusão e critérios de exclusão. Podem ser adotados como critérios de inclusão: o idioma dos estudos, a metodologia empregada em seu desenvolvimento, o tamanho da amostra, o perfil demográfico do sujeito de pesquisa, o foco ou abordagem do trabalho e mesmo o tipo de documento que será selecionado (artigos, resumos apresentados em eventos, pôsteres, capítulo de livro, teses, dissertações etc.). Assim, por exemplo: se a questão de revisão é de caráter qualitativo, não faz sentido selecionar documentos de caráter quantitativo; se a questão de revisão foca em profissionais da saúde, não faz sentido selecionar documentos cujos sujeitos de pesquisa foram pacientes ou a população em geral; se a abordagem do trabalho volta-se para aspectos comunicacionais, não faz sentido selecionar estudos que foquem em aspectos econômicos. Logo, todos os critérios de inclusão e exclusão de estudos que comporão a revisão devem ser claramente explicitados, preferencialmente por meio de diagrama que explicite quantos documentos foram encontrados em cada base de dados, quais foram os critérios aplicados na inclusão/exclusão de estudos e quantos restaram após a seleção.

 

Após a triagem realizada acima, será necessário realizar uma análise mais pormenorizada dos estudos selecionados, também chamada de análise crítica. Nesse momento, são checados, por exemplo, a qualidade metodológica do estudo e a relação entre dados e resultados.

 

Em relação à seleção e análise crítica de estudos, Wang e Yeh (2012), por exemplo, relatam que foram incluídos em sua revisão estudos em inglês e chinês, sobre pessoas adultas, com diabetes mellitus tipo 2, com 18 anos ou mais velhos, que tenham recebido recomendação de tratamento com insulina, de caráter qualitativo exploratório e também os estudos que visam medir as barreiras à terapia com insulina. Decidiram excluir da revisão estudos sobre as barreiras para a adesão aos regimes de insulina que utilizavam análise multivariada, que tinham como foco principal examinar os caminhos causais, em vez de considerar o ponto de vista da pessoa com diabetes. Além disso, relatam que foram excluídos os resumos sem texto completo e artigos que não tinham informações suficientes sobre o projeto de pesquisa, métodos de análise e resultados.

 

Assim, observa-se que os processos de busca, seleção e análise crítica dos documentos que serão incluídos na revisão são bastante sofisticados, exigindo uma alta competência informacional. Após tais processos, cada artigo será sintetizado. O processo de síntese também pode, e geralmente demanda, ter a participação do profissional da informação que tenha conhecimentos em metodologias de pesquisa e nas diferentes superestruturas textuais que as representam. É preciso conhecer, por exemplo, estudos etnográficos, fenomenológicos, narrativas, estudos de teoria fundamentada, estudos de caso, descrição qualitativa, estudos controlados randomizados, ensaio clínico controlado, estudo de coorte, comparação de estudo de caso, séries temporais, pesquisa transversal analítica, estudo de prevalência, estudo de incidência e pesquisa transversal descritiva, entre outros.

 

Conclusão

 

A internacionalização da ciência não é uma questão individual, demandando por processos de ensino-aprendizagem, métodos e éticas que permitam a comunicabilidade entre cientistas, bem como a análise crítica e a discussão dos resultados de pesquisa alcançados dentro de parâmetros aceitos e reconhecidos por diferentes comunidades científicas.

 

Na produção de artigos com foco nos periódicos internacionais no campo da saúde, um aspecto importante são os procedimentos de busca, seleção e análise de informações que serão empregadas no manuscrito. Tais procedimentos devem ser de grande conhecimento dos profissionais da informação, já que sua formação os capacita para ter uma competência informacional avançada.

 

Certamente, o profissional da informação capacitado tem um caminho muito interessante para atuação profissional em pesquisa, seja como integrante do grupo de pesquisa, seja como consultor de grupos de pesquisa em saúde, seja como educador de membros dos grupos de pesquisa em saúde. A título de exemplo, uma boa estratégia de busca a ser utilizada em um artigo de nível internacional pode demandar mais de 40 horas de trabalho de um profissional da informação experiente. Logo, essa atividade carece de uma remuneração e reconhecimento compatível.

 

Também não seria exagero mencionar que o profissional da informação, com mestrado e doutorado, deve galgar a carreira docente e de pesquisador nos departamentos de saúde das universidades, pois a carência dos conhecimentos nos processos de busca e seleção da informação é expressiva.

 


Figura 1 Desdobramento de uma estratégia de busca por meio do modo avançado da base de dados CINAHL.


Referências


BRIEN, J. O. et al.
Honorary coauthorship : Does it matter ? Canadian Association of Radiologists Journal, v.60, p.231-236, 2009.

 

CONNOR, S. J. O. Peer review: problem or solution in relation to publication bias, transparency and the internationalisation of scientic research outputs? European Journal of Cancer Care, v.21, n.6, p.701–702, 2012.

 

FERNANDO, B, et al. Benefits and risks of structuring and/or coding the presenting patient history in the electronic health record: systematic review. BMJ Quality and Safety, v.21, n.4. p.337–346, 2012.

 

SPIGT, M.; I.C.W., ARTS. How to review a manuscript. Journal of Clinical Epidemiology, v. 63, p.1385-1390, 2010.

 

TRÉPANIER, A. et al. Factors associated with intended and effective settlement of nursing students and newly graduated nurses in a rural setting after graduation: a mixed-methods review. International Journal of Nursing Studies, v. 50, n. 3, p. 314-25, 2013.

 

WANG, H.-F.; YEH, M. C. Psychological resistance to insulin therapy in adults with type 2 diabetes: mixed-method systematic review. Journal of Advanced Nursing, v. 68, n. 4, p. 743-57, abr. 2012.

 

WINCK, J.C. et al. To publish or perish: how to review a manuscript. Revista Portuguesa de Pneumologia, v. 17, n. 2, p. 96-103, 2011.

 

WULFF, K. et al. Medication administration technologies and patient safety: a mixed-method systematic review. Journal of Advanced Nursing, v. 67, n. 10, p. 2080-2095, out. 2011.

 

Como citar este texto

GALVAO, M.C.B. A internacionalização científica no campo da saúde e o papel do profissional da informação. 2 de maio de 2013. In: Almeida Junior, O.F. Infohome [Internet]. Londrina: OFAJ, 2013. Disponível em: http://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=745

 


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MARIA CRISTIANE BARBOSA GALVÃO

Professora na Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Sua experiência inclui estudos na Université de Montréal (Canadá), atuação na Universidad de Malaga (Espanha) e McGill University (Canadá). Doutora em Ciência da Informação pela Universidade de Brasília, mestre em Ciência da Comunicação e bacharel em Biblioteconomia e Documentação pela Universidade de São Paulo.